Da responsabilidade

Cada pessoa possui uma forma particular para tratar os assuntos que são colocados sob sua responsabilidade. Algumas delas, somam, à mera responsabilidade funcional, os fatos relativos à consciência que elas possuem, daquilo que realizam, para quem a delegou, e cumulam isto com a confiança [nelas] que depositada por quem delega.

Em geral são pessoas mais racionais que a média. Por outro lado, a somatória delegada é consolidada em comportamento rígido e exigente com si mesmas, o qual pode se tornar, diante da importância e potencial de repercussão dos assuntos, em um comportamento por demais rígido com aquilo que o mediano está acostumado, ou pode suportar.

Tais pessoas julgam como correto que aquilo que deve ser feito [ligado à responsabilidade delegada], devem, efetivamente ser feitos.

Predomina então [para essas pessoas] o conceito de que, quando os assuntos implicam no cumprimento de prazos e detenham potencial risco à quem delega, não podem haver “cochilos”.

Normalmente, nem sempre essas pessoas são bem vistas pelos medianos, e eles [os ditos exigentes] sabem disto [de não serem bem vistos].

31 de julho de 2015 – Walmir da Rocha Melges

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