ESTE NEGÓCIO DE VOTO É COMPLICADO

Não quero crer que o povo, induzido pelo seu inconsciente, queira votar nos seus iguais. Penso que seria uma cruel falácia assim pensar. Quiçá a explicação racional para esta dicotomia esteja, justamente, na “falta de opções” que possam nos obrigar a “fazer uma má escolha”.

“Os do PSI” já nos demonstraram que “desejo não significa necessidade”, o que nos leva concluir que “muitas vezes podemos estar desejando aquilo que não necessitamos”, ou ainda, a “nossa necessidade é de algo diferente daquilo que desejamos”.

Mas, em matéria de voto, qual seria a razão pela qual “o povo não vota naquilo que necessita” [pessoas éticas], mas sim, naquilo que ele deseja [pessoas que podem não ser éticas].

Será que se esquecem que quem iria suprir as suas necessidades, aquelas básicas que estão na Carta Magna da Nação, seriam justamente os que “sejam éticos”?

Mas não se engane com o texto acima pois ele, propositalmente, diz respeito à 3 universos diferentes, e não à 2 universos como poderia parecer uma leitura apressada.

Não quero crer que o povo, induzido pelo seu inconsciente, queira votar nos seus iguais. Penso que seria uma cruel falácia assim pensar. Quiçá a explicação racional para esta dicotomia esteja, justamente, na “falta de opções” que possam nos obrigar a “fazer uma má escolha”.

Walmir da Rocha Melges – 15 de dezembro de 2016

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