O futuro não é diferente porque você quer, mas sim, apenas pelo que você fizer

20 de dezembro de 2013

Estamos na virada do ano, momento em que comumente reafirmamos nossa fé na mudança que o próximo ano possa nos trazer, como se os problemas e as benesses ficassem compartimentadas em períodos lógicos e quadrados, como os 365 dias + 6 horas de cada ano civil.

Notamos que as coisas tem propriedades (qualidades ou desqualidades) próprias e assim, é natural do ser humano ter um viés otimista em relação a situações que o beneficia e pessimista em relação aquelas que beneficie terceiros.

Dizia Keynes que a principal qualidade do futuro é a de ser desconhecido, mas mesmo assim, permanecemos, em nossos anseios, atropelando esta lei natural das coisas, calcados tão somente em nossas esperanças, as quais, normalmente são qualificadas como “vãs”.

Por outro lado o ditado já popularizou o chavão de que “a esperança é a última que morre”, e assim, também pensamos que deva ser, mas para que ela seja produtiva realmente, devemos nos lembrar que o futuro não vai ser diferente apenas porque assim o queremos, mas sim, e tão somente por aquilo que fizermos para que ele aconteça.

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