O Missionário

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Thomaz Nigel Melchior já encontrou muita gente em suas andanças pela vida, certamente cada um com personalidade e comportamento diverso um do outro; onde alguns deixaram uma forte impressão no ecrã da sua mente, uns de forma positiva e outros de forma negativa; sempre provocando lapsos e reflexão sobre eles, tentando entender os motivos que movem cada um, seja positiva, ou negativamente; e escritor das horas vagas que o é; vez por outra decide escrever sobre aqueles que calcaram as mais fortes impressões, de onde escolhe apenas os mais representativos aos quais envia o “escrito”.

E assim, ao encontrar, mais uma vez, uma simples, mas representativa camiseta identificada com um slogan adotado por um profissional, que considera um verdadeiro missionário do mundo dos negócios; vindo novamente a vontade de escrever a ele; ou ainda, sobre ele, o faz com prazer e alegria registrando para quem quiser ler, cumprindo a sua missão de peregrino, a sua opinião sobre o que viu e assistiu.

Escreve então, que encontrou um verdadeiro missionário em uma das paragens deste mundo – um pequeno hotel fazenda – quando pode observar um grupo de pessoas, todos motivados por um só ideal, buscando a concatenação de interesses difusos em prol da continuidade do sonho de alguém que é poder contribuir para o desenvolvimento do ser humano, orientando seu comportamento individual, social, profissional; e quiçá, até espiritual.

Thomaz já o havia encontrado por uma outra vez, em um fugaz, mas representativo momento, de onde inferiu tratar-se de uma pessoa agitada, proativa e positivista; quem sabe, aquele que muitos psicólogos identificam como forte colérico + popular sanguíneo.

Observador – leigo – do temperamento das pessoas que o é, Thomaz já encontrou muitos líderes natos, muitos estudiosos, centenas de influenciadores, dezenas que conseguem criar incríveis simpatias e empatias por onde passam; muitos que conseguem motivar os agrupamentos, outras que suscitam o carinho e o desejo de progredir; e algumas pessoas carismáticas; porém, a somatória de todas estas qualidades em uma só pessoa, encontrou pouquíssimas vezes; e quem sabe se for relacioná-las não consiga preencher todos os dedos de uma só mão; então, ficou muito satisfeito com o que assistiu; aquele pequeno, mas seleto grupo – não mais de 40 profissionais – todos alinhados de pé e a ordem de quem os capitaneava.

Sua satisfação proveio da identificação de valores, principalmente ao constatar o carinho – de duas mãos de direção – que norteava aquele relacionamento; permeado pelo respeito mútuo, pelas mãos firmes do capitão, verdadeiro missionário que anunciava as boas novas para o grupo e os incitava a anunciar as boas novas que seus alunos e tutelados poderiam almejar pela adoção dos bons princípios e boas práticas preconizadas pelas reuniões profissionais de instrução.

Thomaz, mesmo tendo tido poucas oportunidade de dialogar com o missionário, ficou com a certeza de que estava diante de uma pessoa especial, pois o viu praticando – nos diálogos externos com seus tutelados – tudo aquilo que ele preconiza em seus treinamentos, ou sessões de instrução, para aqueles que pretendem usar o slogan Master Mind.

Thomaz, leitor voraz que o é apenas achou pequena a meta de leitura de 10 livros por ano que aquele missionário do bem empresarial recomendava para seus pupilos.

Walmir da Rocha Melges em 3 de março de 2006.

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