STEPHEN HAWKING E O HOMEM COMUM

Descobri que eu tenho muito em comum com o Dr. Stephen Hawking [astro-físico inglês].

Ele é essencialmente CÉTICO e o seu ceticismo se dá em relação à crença em DEUS. Como ele, também SOU CÉTICO, porém o meu ceticismo se dá em relação ao fato de que a CIÊNCIA não consegue explicar a ALMA, o ESPÍRITO, ou seja aquilo que mantém o homem além da sua coluna vertebral.

O interessante é que mesmo, adeptos de interpretações díspares sobre o CETICISMO, encontro nos seus pensamentos, pontos concordantes com o meu pensamento. Ele, tal qual eu, cremos que “cada um tem o direito de crer naquilo que quiser”; ele, tal qual eu, “não acreditamos que a religião vá destruir o mundo”, ele, tal qual eu, “cremos que os humanos devem tomar cuidado com a inteligência artificial” face ao fato de esta inteligência pode criar “vida própria” e acabar com nós humanos; ele, tal qual eu, “cremos que se houverem seres extraterrestres, certamente isto representa risco para nós humanos”; ele, tal qual eu, ‘cremos que a agressividade do homem ameaça a sobrevivência da humanidade”.

Como compactuamos com duas correntes de pensamento diversas, eu “crendo em DEUS” e ele, “crendo na CIÊNCIA”, fico pensando se toda esta concordância seria um paradoxo, ou se tudo isto [nossa concordância] representam axiomas.

Walmir da Rocha Melges – 26 de novembro de 2016

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